Protocolo Executivo

Inteligência Artificial

Protocolo Executivo

Inteligência Artificial

Estrutura de governança institucional aplicada ao uso de sistemas inteligentes em contextos de decisão humana de alta responsabilidade.

O Protocolo Executivo Inteligência Artificial foi concebido para responder à ausência de critérios claros, limites decisórios e responsabilidade institucional na adoção de IA por marcas e organizações.

A estrutura estabelece governança externa ao ambiente da máquina, preserva a autoridade humana e define critérios, zonas de veto e responsabilidade sobre decisões assistidas por sistemas inteligentes.

Não se trata de tecnologia, automação ou eficiência operacional, mas de governança decisória, conformidade institucional e proteção estratégica em ambientes de alto risco.

“O Protocolo Executivo Inteligência Artificial é fundamentado em tese autoral registrada na Biblioteca Nacional.”

O que acontece quando a IA entra sem governança.

Em 2025, as maiores potências por PIB (EUA, China, Alemanha e Japão) operam com IA em escala — e isso tornou a ausência de governança um problema financeiro e operacional, não tecnológico.

Uma pesquisa global de 2025 mostrou que 99% das organizações já sofreram perdas financeiras por riscos ligados à IA, com perda média estimada em US$ 4,4 milhões nas empresas afetadas. Em outras palavras: em escala, a perda é o padrão quando não há controle.

O efeito colateral é previsível: a superfície de ataque e fraude cresce junto com a automação. O relatório anual do FBI/IC3 (2024, publicado em 2025) reporta perdas acima de US$ 16 bilhões em crimes cibernéticos — um cenário que acelera com engenharia social e automações cada vez mais fáceis.

No Brasil, o problema tende a ser mais crítico quando a adoção corre à frente da disciplina: 8 em cada 10 empresas ainda não possuem políticas formais de governança de IA, deixando espaço para “IA paralela” (uso fora de regra) e decisões automatizadas sem rastreabilidade.

Pergunta executiva inevitável:
Se a IA já participa de atendimento, marketing, operações, jurídico, RH, finanças ou decisões sensíveis, quem está governando — e como você prova isso quando der problema?

Dados apresentados a partir de análises e pesquisas de mercado

A Dor Real do Mercado Global

Fontes: Relatório Anual de Crimes Cibernéticos do FBI – Internet Crime Complaint Center (IC3, edição 2024/2025); pesquisas globais de governança e risco em IA publicadas por Gartner e PwC (2025); levantamentos setoriais sobre adoção e governança de IA no Brasil.

Um alerta direto aos decisores

Se a inteligência artificial já influencia operações, atendimento, marketing, jurídico, RH ou decisões estratégicas da sua organização, a pergunta central não é se ela funciona — é quem governa suas decisões.

Em 2025, empresas líderes passaram a registrar perdas financeiras, riscos jurídicos e falhas reputacionais não por erro tecnológico, mas por ausência de critérios, limites e responsabilidade clara no uso da IA.

A IA amplifica o que encontra.
Sem governança, ela escala erros, automatiza decisões frágeis e dilui responsabilidades.

Governança em IA não é um tema técnico.
É uma decisão executiva.

Riscos, perdas e impactos reais da IA sem governança nas organizações

Atenção à Governança em Inteligência Artificial

SELO SISO

O Selo SISO representa a existência de um regime formal de governança aplicado à Inteligência Artificial, validado por critérios institucionais e registro controlado.

SISO é a sigla para Sistema de Integridade e Supervisão Operacional.
Ele indica que a IA opera sob limites definidos, com responsabilidade declarada, critérios de uso explícitos e estado de governança verificável.

O selo não é decorativo, não é promessa e não é automático.
Sua validade está condicionada a registro interno, verificação autorizada e manutenção do regime de governança ao longo do tempo.

A imagem exibida possui caráter informativo e não substitui os mecanismos formais de validação.

O Protocolo Executivo Inteligência Artificial encontra-se em fase de consolidação institucional, com sua implementação condicionada à constituição de parceria estratégica compatível com o nível de governança exigido.